O presente documento, enquadrado na unidade curricular de Seminário de Estágio, do 2º ano letivo do Mestrado em Musicoterapia, da Universidade Lusíada de Lisboa, pretende descrever o estágio que ocorreu no lar Casa Maria Droste, numa duração de 8 meses.
No decorrer do estágio, dezoito jovens do sexo feminino, institucionalizadas por motivos de negligência e/ou perigo, beneficiaram do acompanhamento musicoterapêutico, maioritariamente em setting individual, tendo como principal foco as problemáticas emocionais e sociais, através da promoção de relação, novas experiências musicais, autoexpressão, criatividade e imaginação.
Ao longo do processo de intervenção, foi possível observar como a música promoveu vínculo, suporte, autorregulação e satisfação, assim como apresentou ser um fator relevante e intrínseco para a própria construção de identidade e autoexpressão de cada jovem. O presente relatório conclui como a musicoterapia teve um papel benéfico no trabalho de intervenção com jovens adolescentes em acolhimento residencial. (Rita Ferreira Perdigoto Garcia Barata)